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20 novembro 2012

Panquecas vs crepes


Mais um daqueles  "interesting facts".... Nunca sei a diferença entre uma panqueca e um crepe. Sempre tive a ideia de que uma panqueca é mais grossa do que o crepe, mas que de resto não há grande diferença. E depois de ler algumas coisas, acho que é mais ou menos isso. E que talvez as panquecas possam levar mais um ou outro ingrediente, mas que podem também não ser utilizados, como o fermento (acho que é o único....).

Se alguém tiver outra opinião ou ideia que me possa esclarecer, sou todo ouvidos!

De qualquer forma, aqui vai a explicação do nosso amigo wikipedia:

Panqueca é um tipo de massa frita em pouco óleo sobre uma chapa ou frigideira quente, feita basicamente com ovos, farinha e leite. Existem muitas variações de panquecas, algumas contendo fermento ou outros ingredientes.

O crepe, palavra que vem do francês crêpe, derivada do latim crispus, que significa crespo, é um tipo de panqueca feito a base de farinha de trigo, leite e ovos. A massa é preparada de forma que possa formar uma camada delgada no fundo duma frigideira apenas pincelada com manteiga ou outra gordura. O crepe é geralmente comido depois de enriquecido com algum recheio, que pode ser doce ou salgado.

12 janeiro 2010

Choco e Lula - Descubra as diferenças...



Toda a gente pensa que choco e lula são mais ou menos a mesma coisa. Por isso quis, fotograficamente, demonstrar que não é assim... são ou não são diferentes???

Bom, agora a sério, geralmente, quando se tem que explicar a diferença, a explicação que mais oiço, e que dou também, é que o choco é uma espécie de lula, mas mais pequeno. Surgem saempre aquelas situações do género "não sabes?? o choco é uma espécie de lula pá, so que é mais pequeno...tu também, não sabes nada!"

Pois bem, fiquei sabendo que apesar de serem ambos moluscos marinhos,como também o é a ostra, são animais diferentes tanto na forma como na composição.

"Our friend" Wikipedia esclarece:

Os Chocos ou sibas (sépias no português brasileiro) são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, ordem Sepiida.

Os chocos têm uma concha interna, bolsa de tinta, oito braços e dois tentáculos.
Possuem uma capacidade de mimetismo considerada superior à de um camaleão; suas gamas incríveis de cores são devidas às células especiais, os cromatóforos.

Um animal tímido, os chocos têm uma vida tanto diurna como noturna, alimentando-se de outros pequenos seres, tais como camarões, peixes e outros.

Depois que capturam suas presas, eles as matam com um mecanismo na sua boca, semelhante a uma faca, com que retalham suas vítimas, que são, por sua vez, comidas por outros cefalópodes.

lulas são tipos de moluscos marinhos da classe Cephalopoda, subclasse Coleoidea, ordem Teuthida, que inclui subordens, Myopsina e Oegopsina (esta última inclui a espécie Architeuthis dux, a lula-gigante).

Como todos os cefalópodes, caracterizam-se por possuírem cabeça distinta, simetria bilateral e tentáculos com ventosas. Assim como o choco, a lula tem oito braços, para a captura de alimento, e dois tentáculos, com função na reprodução.

As lulas têm cromatóforos na sua pele, ou seja, células que permitem mudança de cor dependendo do ambiente em que se encontram, o que caracteriza sua capacidade mimetizante. Sendo coleóides, têm uma concha interna, chamada de pena, devido ao seu formato similar a penas de aves.

As lulas movem-se por intermédio de propulsão, ejetando grandes quantidades de água armazenadas na cavidade do manto, através de um sifão de grande mobilidade e capacidade de direcionamento dos jatos. Por esta razão, além de seus corpos altamente hidrodinâmicos, são fortes rivais dos peixes no que se refere à habilidade de natação e manobrabilidade. Na boca, as lulas apresentam a rádula quitinosa que lhes permite triturar alimentos e que é a característica comum a todos os moluscos, exceto Bivalvia e Aplacophora.

As lulas respiram por duas guelras e têm um sistema circulatório bombeado por um coração principal e dois subsidiários. São animais exclusivamente carnívoros, alimentando-se de peixes e outros vertebrados, que capturam através dos braços.

A maioria das lulas não tem mais que 60 cm de comprimento, mas já foram identificadas lulas-colossais com 14 metros (já foi identificada uma lula com 450 kg). Estas são os maiores invertebrados do mundo.

27 dezembro 2009

Culinária e Gastronomia - descubro as diferenças


Wikipedia - Mais um Interseting Fact!

Nada como confirmar quando não se tem a certeza. Sobretudo quando se trata de palavras básicas que todos achamos que dominamos.

Usa-se culinária e gastronomia indistintamente ou, pelo menos, eu oiço-as de forma indistinta, sem se saber o verdadeiro sentido de cada uma. E eu quero saber qual é a diferença. E, depois, há a palavra "gourmet", de que eu pessoalmente cada vez gosto menos, também por ser cada vez mais usada por tudo e por nada.Talvez esta minha aversão seja motivada por ignorância... "Ai ele é um "gourmet", és tão "gourmet" "fui à loja gourmet e lá tem coisas tão boas". Como se o simples facto de colocar a palavra "gourmet" antes ou depois de uma frase ou produto melhorasse automaticamente o seu valor e qualidade, por uma espécie de magia. Dá-me vontade de gourmitar...

Fui ao meu amigo Wikipedia à procura do significado, e aqui está a sua opinião:

A GASTRONOMIA é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) - Cá está!! - pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições.

Por essas razões, a gastronomia tem um foro mais alargado que a culinária, que se ocupa mais especificamente das técnicas de confecção dos alimentos. Um provador de vinhos é um gastrônomo especializado naquelas bebidas (e, muitas vezes, é também um gastrônomo no sentido mais amplo do termo).

A CULINÁRIA é a arte de cozinhar, ou seja, confeccionar alimentos e foi evoluindo ao longo da história dos povos para tornar-se parte da cultura de cada um. Variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios. Por exemplo, a cataplana é um recipiente para cozinhar alimentos típico do Algarve, equivalente à tajine de Marrocos. A alheira de Mirandela é um dos alimentos mais exclusivos da cozinha portuguesa, enquanto que no Brasil, os pratos típicos incluem a feijoada brasileira e o churrasco.

A cozinha muitas vezes reflete outros aspectos da cultura, tais como a religião – a carne de vaca é tabu entre os hindus, enquanto que a de porco é proíbida entre os muçulmanos e judeus – ou determinadas posições políticas, como o vegetarianismo em que não são consumidos alimentos provenientes de animais ou oriundo de animais como leite e ovos para esse efeito.

O desenvolvimento industrial teve igualmente um grande impacto na forma como as pessoas se alimentam. Por exemplo, a maior incidência de pessoas trabalharem longe de casa ou terem mais horas de trabalho levou ao surgimento da comida rápida; por outro lado, a consciência da segurança alimentar e da qualidade dos alimentos levou à criação de regras, por vezes na forma de leis, sobre a forma como os alimentos devem ser vendidos.

Uma disciplina associada à culinária é a gastronomia que se ocupa, não do modo como os alimentos são preparados, mas principalmente no refinamento da sua apresentação. Outras disciplinas relacionadas são a nutrição e a dietética, que estudam os alimentos do ponto de vista da saúde ou da medicina.

Eu acho que sou mais culinário que gastrónomo. Mas admito que talvez haja alguma gastronomia na minha culinária... afinal pode ser que até seja um "gourmetzinho"...

29 outubro 2009

Momento WIkipedia - Interesting Facts: As formas Reflexas

E agora, para mais um momento de entretenimento criado neste espaço (para mim, claro):

Atormenta-me o facto de não conseguir obter uma resposta preto no branco sobre a maneira correcta de usar as chamadas "formas reflexas": banha-se; cultivam-se, vende-se, etc...

Já andei à porcura de uma resposta clara e inequívoca, embora não muito a fundo, não vá encontrar a resposta, deixando assim de ser um dos tais assuntos produtivos que não levam a lado nenhum, passando para a categoria dos factos inequívocos.

Segundo apurei, as formas reflexas utilizam-se (cá está...olhó sujeito - ver infra) de forma diferente consoante o sujeito a que se referem. Assim:

Quando a acção expressa pelo verbo recai sobre o mesmo sujeito que a pratica, as formas em que o verbo exprime assim a acção chamam-se formas reflexas, as quais se obtêm juntando as formas pronominais me, te, se, nos, vos ou se às formas activas do verbo:
Eu banho-me todos os dias.
Tu banhaste-te em água tépida.
Ele banhara-se em água fria pouco depois de comer, e por isso se sentiu mal.
Nós banhar-nos-emos no rio amanhã.
Vós banhais-vos no mar.
Eles banhar-se-iam, se a água do regato estivesse límpida.
Banha-te com frequência, para teres saúde.

Às vezes empregam-se as formas reflexas da 3.ª pessoa para representar a passiva:

Os jardins cultivam-se (são cultivados) por causa da beleza das plantas e das flores.

Esperam-se (são esperadas) notícias dos sábios que foram ao Pólo Norte.

Vende-se (é vendida) fruta naquela quinta.

Resumindo: Quando alguém faz alguma coisa nalgum local, ex.: alguém vende fruta ou qualquer outro bem, o cartaz deve dizer "vende-se" tal bem... Quando se cortam ingredientes, deve dizer-se "cortam-se cenouras, etc..."

E por aí fora. Tudo depende do raio do sujeito da frase..como sempre!!

Assim, lamento, em parte, informar-me, que as minhas receitas estão cheias de formas reflexas doentes, as quais vou curar de curar quanto antes....

28 outubro 2009

Momento Wikipedia - Interesting facts

Já várias vezes me vi envolvido naquelas discussões a que gosto de chamar: "discussões produtivas que não levam nunca a lado nenhum".

A verdade é que estas discussões ficam sempre numa espécie de limbo porque ninguém tem, realmente, paciência nem vontade para ir ao fundo destas complexas e profundas problemáticas intelectuais. A razão de ser desta preguiça prende-se com a necessidade e, sobretudo, como disse, com a vontade de manter a incerteza da solução, para se poder voltar ao assunto vezes sem conta. O que interessa aqui não é chegar a uma conclusão... é manter a discussão activa, ainda que de forma repetitiva e contínua, durante o máximo de tempo possível.
É quase como uma droga. Quando acaba, quando já não se pode espremer mais o assunto, surge um vazio, um sentimento de perda e nostalgia que ninguém quer sentir. Por isso tenta-se prolongar o máximo de tempo possível para não se ter que enfrentar esse momento que é o da separação, o da aceitação que acabou e que nada mais há a explorar nesse campo. É o momento de tomada de consciência de que há que seguir em frente.

Há muitas discussões que cabem nesta categoria, do estilo "vende-se" ou "vendem-se"; de que animal vem a mozarella de Búfala, e o que fazem Bufalas em Itália...Mas a que me lembrava agora mais recente é a discussão sobre a diferença entre "sauerkraut" e "choucroute": "Isto é choucroute..."; "Não é nada, e tal, é sauerkraut", e por aí fora... imaginem o mundo de discussão que se pode criar à volta disto. São ou não são a mesma coisa? quais as principais diferenças entre uma e outra...? É, sem dúvida, uma "discussão produtiva e que não leva a lado nenhum...".

Hoje resolvi começar a fazer diferente e matar este tipo de questões, momento a que gosto de chamar "Momento Wikipédia - Interesting facts" para o que pedi ajuda ao meu sempre disponível e eficaz Wikipédia, que tudo sabe.

Eis a resposta para o problema em análise:

O choucrute (em alemão "Sauerkraut") é uma conserva de repolho fermentado. Pode ser feito também com folhas de alface firmes. A designação "choucroute" nada mais é do que a tradução francesa dessa maravilhsa couve típcia da cozinha alemã, que por sua vez nada mais é do que couve fermentada durane 1 semana.... mnhami!!!

Em Portugal, a este tipo de iguaria chama-se "couve meia apodrecida esquecida no fundo do frigorifico" ou também "chucrute".