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30 novembro 2012

Marquês de Pombal II - Inquérito aos profissionais do sector dos transportes públicos

Para corroborar a minha visão sobre a brincadeira no Marquês de Pombal, fui para o terreno e cada vez que utilizo os transportes publicos pergunto aos profissionais do sector o que acham desta jogada municipal feita ao estilo dos pais de Helen Keller quando ela se portava mal em casa.

Até agora, do universo dos inquiridos, 100% não está de acordo com as alterações efectuadas.

"É uma jogada para lixar a vida dos outros"  ou "como ele é o chefe de lisboa e não quer pagar as multas da UE por causa dos níveis de poluição...." ou "cada um tem que deixar a sua marca, este alterou as vias no MP. Agora quem vem da A5 e quer ir para a Duque de Loulé, tem  que ir dar a volta ao bilhar grande... ou não utiliza o tunel e se mete no labirinto das avenidas, ou vai direto para a Fontes Pereira de Melo..." são alguns dos comentários que recebi ao longo destes último dias.

Caso queiram participar deste inquérito, façam as vossas inquirições pessoais e deixem aqui o vosso comentário. De certeza que deve ser interessante!



25 novembro 2012

Avenida da Liberdade e nova circulação

Houve alguma trombose municipal enquanto eu não estive cá...?

O que é que aconteceu à Avenida da Liberdade, Marquês de Pombal, e respectivas vias de transito adjacentes....? Não se percebe nada, é um transito interminável, gente às voltas num carrocel em que nunca se consegue voltar ao mesmo lugar virado no mesmo sentido.

Não admira que o número de veículos tenha diminiudo... Só alguém totalmente louco, sem nada para fazer, como eu, ou completamente embriagado é que se atreve a entrar naquela espiral de loucura de ânimo leve, sem enlouquecer de vez.

Nunca vi tanto carro, tanta luz automóvel e tanta confusão naquela avenida como estes últimos dias. Se a ideia é evitar que para lá vão carros, pelo menos fechem aquilo tudo de vez. Desde cá em cima até la a baixo aos Restauradores. Façam tudo vias pedonais. Vamos todos andar a pé por ali a baixo, acabem com o transito de uma vez por todas. Agora, não façam as pessoas andarem feitas parvas às voltas para trás e para a frente naquela loucura!!

Perderam todos a cabeça??!

Gostava de saber quantos milhares de euros foram, e estão, a ser gastos em estudos, avaliações, sessões de esclarecimento, foruns, e tudo o mais, para não falar no custo de alterar aquilo tudo in loco, para alimentar este circo. Percam o tempo com coisas mais construtivas. Apanhem o lixo das ruas, alimentem os pobres, façam mil e uma coisas que têm que fazer, em vez de andarem a brincar aos carros e cidades com ruas de verdade.

Quem é que teve esta brilhante ideia??? Deve ter saido da cabeça de alguém, ou de alguma comissão, equipa ou grupo de trabalho, criado para gaastar mais uns tostões nesta altura em que, sobretudo, o dinheiro abunda....

Tenham juizo.

13 novembro 2012

XTRA, XTRA!!! Read all about it! Doc is back in town!!!..

É verdade, estive fora, mas estou de volta, e espero em breve poder recomeçar a partilhar novas receitas, pensamentos e comentários neste blog que sempre foi o meu espaço virtual de relaxamento. Nao vou maçar ninguém com mensagens de chegada. Estou cá e pronto. O resto é conversa. Espero que alguém venha cá espreitar.. (se é que alguma vez alguém veio) e dar umas opiniões etc! É bom estar de volta...! Doc

12 maio 2010

Começar pelo principio



No blog "Ardeu a Padaria" vi um vídeo do Jaques Pépin a explicar como se desossa um frango! é inacreditável...

Retirei este vídeo dele também. Achei piada porque ainda ainda ontem falava nisto com uns colegas. Saber dominar o aparentemente fácil. As receitas "fáceis". Quem quer cozinhar, tem que saber fazer, bem, o básico. Como em tudo. Senão, mais tarde ou mais cedo, nota-se.

Divirtam-se!

07 maio 2010

SOS Erasmus



I miei colleghi del Instituto Italiano di Lisbona mi hanno chiesto d'iniziare un capitolo speciale sul mio blog, chiamato "SOS Erasmus".

In questo capittolo, che inizio a Settembre, cercaró di fare delle ricette (italiane) semplice e anche "low cost" per tutti voi giovani che fanno l'Erasmus.

Nei mesi proximi penseró, e faró una lista di tutte le ricette che mi sembrano adeguate a questa situazione. Non vorrei mai che i miei colleghi avrano fame a l'estero...

Se qualcuno di voi a alcuna idea, per favore, fatemi sapere!

Saluti e ci vediamo dopo l'Estate!

Doc

18 março 2010

Ai as Lezirias.... que bela manhã nas margens "del Tajo"

A tal prova que queria tanto ter feito de passeio antes da Meia... objettivo furado por copmleto. Obrigado CAP por teres feito sobressair em mim o espirito competitivo e perjudicial, de querer ficar (mais) à frente, nem que sejam 30 míseros segundos.

Correu bem. A prova é linda, Lisboa (a Grande) é linda e o Tejo... é lindo ele também.

Um sol de verão com a frescura matinal amena do Inverno, a que já nos tínhamos habituado em anos idos, voltou nesse dia. Centenas de pessoas (mais de 1500) bem dispostas e com ar feliz desfilaram rua acima em direcção ao rio pela ponte que liga Vila Franca de Xira à outra margem, para depois voltarem rua abaixo p'la mesma ponte.

Crónica curta mas eficaz: prova excelente - organização, precurso e resultado. E tenho dito.

Faltou apenas o meu querido companheiro de origens JAA, AKA Fonseminas.

Realengo... aquele abraço!
Doc

14 março 2010

Corrida da Árvore - Monsanto


Só há bem pouco tempo é que soube que Monsanto tinha sido uma criação do Homem. Sempre achei que seria o último resquício do que "once upon a time" teria sido a Lisboa à beira mar plantada.

Mas não. Monsanto nunca existiu por si, como tal. Foi pensado, feito à medida, criado para oxigenar esta cidade e para lhe trazer um pouco (mais) de cor. Aos poucos, vamos outra vez roubando terreno à natureza.Mas no caso de Monsanto, devo dizer que ainda temos um belo trabalho estabelecido.

Dá gosto lá ir e nunca é tarde para começar. E falo por mim, que apenas há relativamnte pouco tempo comecei veradeiraente a tirar partido deste belo pulmão de Lisboa, no qual têm complementado maravilhosos equipamentos que ajudam a conjugar homem e naturea.

A corrida da árvore foi isto mesmo. "Man meets nature", mas sem sair de Lisboa. Um belo percurso que até dava pena não aproveitar em ritmo de passeio. E foi exactamente o que fiz. Dei um belo passeio com o Francisco pelas ainda mais belas matas de Monsanto (não soa muito bem, mas foi mesmo isso, o Francisco é um amigo de equipa que também participou...), aproveitando o sol que abriu miraculosamente naqela hora de corrida. Já não posso dizer o mesmo do CAP, que saiu que nem um foguete.... nao resistiu ao bicho da corrida e perdêmo-lo (de vista) logo à partida!!

No final, de presente recebemos um belo pinheiro bebé, que confesso já plantei num vaso e coloquei na minha varanda para o meu filho, também bebé, que terá a mesma idade. Daqui a uns anos, iremos a Monsanto devolvê-lo à familia, para que cresca em liberdade e com espaço!

Uma maravilhosa prova, bonita e tranquila, que nos deu paz, para enfrentar as Lezirias na semana seguinte!

11 março 2010

T3 na Avenida Infante Santo em Lisboa


Vendo/arrendo T3 na Avenida Infante Santo, com área de 170m2, totalmente remodelada.Área suite n.º 1: 25 m2; Área suite n.º 2: 12 m2; Área quarto: 18 m2; Área Sala: 65 m2; Área cozinha: 15 m2 -
Preço de venda 390.000 euros.
Renda em caso de arrendamento – 1.300 euros.
Contacto: 919695937

Obrigado!

02 março 2010

GP do Atlântico 2010 - A Consolidação


O grupo Unidos da Castilho cresce e consagra-se, em ritmo lento, mas sustentado e sólido, entre o núcleo cada vez mais central na tabela de classificação de equipas e também individual. Para isto contribui não só a melhoria de performance dos membros originais, mas também a adesão de novos elementos que vêm dar forma, motivação e expressão a esta maravilhosa experiência de equipa.

O que começou com uns parcos (mas bons...) membros, toma agora conteúdo e dimensão, que justificam a criação de um brasão, de uma identidade. Por isso mesmo, chegou o momento de criar a marca UdC, vertida em equipamento próprio que já está no forno e pronta a sair. Ainda não se viu expressa neste Grande Prémio do Atlântico mas, se tudo correr bem, apresentar-se-á oficialmente na meia maratona da Ponte 25 de Abril.

Mas vamos à ordem do dia:

Domingo de manhã, no Inverno do mês de Fevereiro, tudo parecia condenado. Uma chuvada torrencial lavava a cara a Lisboa de manhã cedo e tudo indicava o potencial cancelamento da prova. Mas, como combinado, lá nos encontrámos todos junto à bancada dos dorsais, apesar das indicações discrepantes de local e hora de partida, dadas erroneamente pela nossa querida Xistarca (mais à frente desenvolvemos na Rubrica "A (Des)Casca da Xistarca").

A correr, já antes da partida, pusemos os dorsais na camiseta e os chips nos ténis (menos eu que, com o nervoso, me esqueci) e tentá-mo-nos colocar o mais à frente possível para ter uma boa largada.

O tempo acabou por se juntar ao espírito de equipa e ajudou já que, entre a partida e a chegada, miraculosamente, não caiu uma gota.

Nos primeiros minutos de corrida, a conjugação dos elementos: multidão (o body-count oficial foi 1037 pessoas), ruas estreitas e poças com lama por todo o lado, proporiconaram algumas visões caricatas de corredores-pulga a saltarem de um lado ao outro da estrada. Já não se fala nas cotoveladas carinhosas, empurrões e tropeções, sem os quais uma corrida nao seria a mesma coisa. Afinal, o mundo da corrida é para homens de barba rija e não foi feita para flores de estufa. É isto que faz de nós os Homens (e incluo aqui, com o devido e merecido respeito, as grandes mulheres que participam, estas sem barba rija, mas igualmente duras) que somos!

Ao final do km 3 tudo estava mais estabilizado e começava-se a desenhar já o contorno da corrida, a gerir o cansaço e estabelecer o ritmo. A aparente facilidade expectada do percurso, que todos visionámos plano, conhecendo a zona da Costa de Caparica, fez-nos (falo mais por mim) puxar demais nos primeiros 5 km, o que hipotecou de certa forma a segunda metade, que foi feita com maior esforço do que o esperado, para manter a pretendida cadência.

Acresceu que o vento oposto que se fez sentir entre os km 6 e 9, ao longo do paredão das praias, nos castigou ainda mais as pernas e o pulmão. Para rematar, os troços intermitentes de areia de praia no percurso afundaram mais ainda a facada das surpresas do percurso. Atenção, não o digo com sentimento de mágoa ou como critica ao percurso, que devo dizer foi uma muito agradável surpresa, mas antes como descrição das caraterísticas próprias desta corrida e do local onde se realizou.

Feitas as contas, todos os Unidos se saíram bem, contados entre os 42 e 53 minutos, e contentes de ter participado neste GP. Como "pseudo" benfiquista, preferia apenas não ter na t-shirt a referencia ao Núcleo Sportinguista da C.C., mas aí tenho a certeza que não falo por todos os UdC, entre os quais se encontram alguns fanáticos dessa instituição! Mas guardo-a como uma boa lembrança deste dia.

Não posso deixar ainda de agradecer ao meu "companheiro" desconhecido de corrida cujo nome e número de dorsal não revelo para proteger a confidencialidade, que me encontrou e marcou o passo no último km e meio e me deu aquela força imprescindível para me manter em velocidade constante até à chegada. São setse momentos de soliariedade empática que guardamos com maior afeição!

Grande Prémio, sim senhor, este do Atlantico!

Para finalizar, e como já é habitual, vamos à nossa rubrica "A (Des)Casca da Xistarca!!":

Se temos o tal e coiso do "chipe", porque raio não se contabiiza a partida e a chegada, em vez de apenas chegada? De facto não ouvi o "bipe" quando comecei a corrida... Nós que partimos no meio da multidão e que não temos força nem para levantar o bracito e carregar no stop do cronómetro ao chegar ao fim para ver o tempo real, gostávamos muito de ter essa indicação! E deve ser para isso que serve o chipe pah! Não tá legali... Vamos la a fazer forcing de pôr a maquineta também ao início, vá la não sejam forretas...

E

já agora, arranjem lá um mapinha ANTES das corridas, que isto de pôr um mapa do percurso à socapa no saquinho com a água e a medalha, no final da prova, não tem grande utilidade! Não custa nada e afinal se não é isso que faz parte também das competências da organização...

E, para finalizar,

Esta coisa de anunciar que a prova começa às 10h15 e depois vamos a ver e afinal a pistola dispara às 10h00, também não me parece, como dizem os espanhóis, "de recibo". Bem sei que 15 minutinhos pode não parecer nada assim para quem está no cinema a comer pipocas, mas numa prova que dura entre 40 e 60 minutos em média....

Adeeeeeeeeeeeeeeus e vêmo-nos na corrida da árvore!

15 fevereiro 2010

27ª Edição 20 km de Cascais - Guincho



Que prova! Eu e os meus Unidos da Castilho abrimos caminho para o maravilhoso mundo novo das meias maratonas.

Há uns meses atrás, quando comecei as corridas dos 10 km, se me perguntassem, ou quando me perguntava a mim próprio, o que pensava das meias-maratonas e de maratonas em geral, respondia logo que me parecia incrível, no sentido de impossível, fazer-se uma corrida do dobro ou mais daquilo que nós fazíamos já a grande custo. E assim me mantive uns meses, em que fazia as maravilhosas corridas de 10km.

Em Sintra arriscámos já, a muito medo, os 17km, e ontem, com a costa do Guincho como pano de fundo, fizemos o nosso debut no mundo das meias-maratonas e suas vizinhanças!

Ao passar os dez km com o meu companheiro JAA comentávamos exactamente este fenómeno. Lembrámos-nos das corridas de 10 km em que chegávamos ao km 4/5 e já íamos todos rebentados. Na chegada dos dez km dávamos graças a Deus por ter chegado ao final! Sei que o ritmo dos 10 é diferente dos 20, mas achámos os dois piada a estarmos a abrir caminho para uma nova perspectiva.

Ontem lá passámos a marca dos dez km e conscientes de que estávamos a meio. Fiquei com saudades de fazer uma corrida de 10km! Mas o GP do Atlântico esta já aí ao virar da esquina!

Voltando à vaca fria, os 20 km em Cascais e arredores fizeram a nossa manhã de ontem. Um frio matinal de rachar começou logo a criar dúvidas sobre a vestimenta a levar no corpo durante a corrida. Cada um foi à sua maneira, eu optei por ir de calções e shirt.

Lá estavam as centenas de pessoas todas na linha de partida e claro, 3 minutos antes da partida dá aquela vontade inadiável de ir fazer o xixizinho, sem casa de banho à vista. Lá encontrámos aqueles wc móveis tipo concerto. Fiz das tripas coração, tapei o nariz e lá entrei para a rápida missão sanitária. Devo dizer que aquela visão, minutos antes da corrida, não foi a melhor forma de preparação e motivação, mas não havia nada a fazer.

A corrida "correu" muito bem. Fomos todos em ritmo expectante até aos dez km e aí cada um estabeleceu o seu ritmo de metade final. Não houve sobressaltos (pelo menos connosco), e chegámos todos ao fim sãos e salvos, com óptimos tempos, localizados na segunda metade da segunda hora. Grande estreia de CAP, na sua primeira prova de sempre! Temos corredor à altura, sim senhor!!

Fizemos a primeira volta de 5 km na vila (parece que ainda é, segundo os nossos amigos Wikipedia e Google, apesar de se ter ontem discutido a sua promoção, ou não, a cidade) de Cascais. Terminada a volta da "rapidinha", passámos pelo hockey clube, Casa da Guia, e fomos direitos ao Guincho. Foi pena não chegarmos à praia do Guincho, mas foi muito bonito na mesma. Aquela voltinha ao pau no meio da estrada era dispensável. Mais valia fazer uma inversão de marcha nalguma entrada ou cruzamento. Uma paragem de ritmo aos 13 km não me pareceu a melhor das ideias, pela quebra de ritmo e concentração. Mas enfim, lá dei a volta ao pau, como todos, para regressar à candidata a cidade.

Terminada a prova, com a costumada alegria, voltámos Lisboa e fizemos, alguns de nós, pela primeira vez, um treino de descompressão. Saímos do recinto, fomos direitos ao ginásio, e fizemos 10 minutos de bicicleta e passadeira, seguido de uma sauna relaxante. Devo confessar que foi o melhor que podíamos ter feito, para massajar os músculos das pernas!

O facto é que, pelo menos eu, estou com os joelhos todos desengonçados! Mas feliz!! Pareço aqueles lutadores de boxe, tipo Rocky, todos em sangue, inchados e sem um ou dois dentes, no final do combate, a segurar no cinturão do título e a gritar vitória.

De resto, a motivação continua em alta. Espero que se mantenha até conseguirmos fazer a prova "P", the one and only, a grande, a única, maratona!

Aproveito para deixar uma nota à organização da corrida e à Xistarca. Não sei quem é responsável por que parte do evento, mas aqui ficam as ideias:

- os percursos não deviam ser repetitivos, para não termos que passar 2 ou 3 vezes pelo mesmo troço, como aconteceu ontem;

- é imprescindível, pelo menos para mim, ter um mapa do percurso ou, pelo menos, uma descrição detalhada do mesmo para nos preparmos mentalmente. É uma das coisas que não me parece possa faltar ao atleta na preparação da corrida. E não chega dizer-se que é "igual à do ano passado"...alguns de nós não fomos no ano passado...

- Seria bom ter uma peça de fruta à chegada, não vão alguns de nós começar a falar com gafanhotos gigantes chamados "Zé António", por falta de vitamina no organismo..

Viva os UdC!

12 fevereiro 2010

Bife do Lombo com batatas fritas I- Intro

Passagem do creme para o lombo. Um bom bife é um bom bife. Sempre gostei deste tipo de expressões, como também a do "ele foi igual a si próprio".

A mimha esponja dizia, com alguma "graça", ao jantar este prato, que: "assim ja não precisamos de ir jantar fora para comer estas coisas de propósito em restaurantes. Fazemos em casa e ainda saem melhores".

É claro que fiquei altamente lisonjeado com o comentário, mas não pude deixar de achar cómica esta noção-sensação de que ficar em casa e jantar esses jantares, significa permanecer tranquilamente a aproveitar um jantar que aparece na mesa, como num restraurante, mas no conforto do lar. Esquece-se o pormenor do "mouro" ("preto" é expressão "non grata" aqui na Vila) fechado nos fumos da divisão branca a confeccionar o dito, a perder essa mais valia do "ir para fora cá dentro". .

Eu adoro cozinhar por isso este não é um verdadeiro problema. Mas achei piada às noções de facilidade e de feitura colectiva.

24 janeiro 2010

GP Fim da Europa 2010 - "Listen to your body"!


E foi isso mesmo que fizemos! Foi a estratégia desta corrida!

Há vários meses já, desde a nossa inscrição, que a ansiedade, angústia e o medo do desconhecido nos ia comendo por dentro aos poucos. De tal forma que, para além de nos interrogarmos, cada um, para dentro, se seriamos capazes, já nos começávamos a perguntar uns aos outros, primeiro, e a dizer, depois, que não íamos conseguir chegar ao final desta corrida.

Era apenas uma questão de tempo até este auto-terrorismo psicológico, silencioso, nos acabar por nos derrotar. Felizmente, o dia da prova chegou antes do "breaking point", e lá nos encaminhámos os 3 Unidos da Castilho que tiveram (desculpem mas não há outra forma possível de dizer) tomates para ir, para a linha de partida, preparados para o pior. Mas, devo dizer, cheios de motivação!

A este clima de terror ajudou também o que lemos sobre provas de anos anteriores. Se é verdade que elogiavam a extrema beleza inigualável do percurso, e por nós confirmada, digna de um verdadeiro património mundial, verdade é também que pintavam um quadro bastante cinzento, para não dizer, como dizem os americanos, "pitch black".

Histórias à parte, medos de lado, o facto é que esta manhã lá estávamos os três a olhar para este Golias que nos aguardava a esfregar as mãos, camuflado no seu manto de nevoeiro matinal a que todos já nos habituámos. Mas, como na velha história, aqui os 3 Davides derrotaram o gigante.

Temos que agradecer esta vitória em parte a todos os que nos disseram que a prova era muito difícil, que era de facto dura e que muito provavelmente iria chegar ao km 9 ou 10 a andar, nem que fosse um "pedacinho" (como agora gosta de dizer o P. Portas). Foi isso que fez com que, conscientemente mas quase em silencio, numa estratégia de equipa que se foi formando à medida a corrida, e baseada no lema combinado ad hoc "listen to your body", do nosso "Clipsman", os Unidos da Castilho geriram o seu oxigénio ao longo destes maravilhosos 17 km, desde a Volta do Duche até ao Cabo da Roca.

E foi providencial. Fizemos os primeiros 9 km em ritmo de passeio, se é que se pode chamar passeio a uma subida de 10 km ... Havia quem dissesse, com alguma piada, que até de carro era difícil quanto mais a pé. Mas a verdade é que fomos num passo muito moderado, sem pressas ou sequer aquelas excitações que nos têm caracterizado nas 3 ou 4 corridas anteriores, de principiantes. Não houve aquela preocupação tonta de estarmos a ser ultrapassados aos 500 metros iniciais e a pensar que estava tudo perdido. Aliás fomos, literalmente, os últimos a sair graças às chamadas da mãe natureza de um Unido...

Estamos, finalmente, a crescer, e isso deixou-nos a todos num estado de felicidade quase inebriante no final da corrida, que pode também ter sido da falta de oxigénio no cérebro, não sei. Mas o facto é que viemos os três no autocarro de volta para Sintra coo crianças sem sermos capazes de nos encostar para trás nos bancos, a falar sobre a corrida sem parar, dos pormenores, dos momentos altos e baixos do percurso, da beleza estonteante Queirosiana de Sintra, enfim, desta maravilhosa manhã que tivemos.

Devemos em parte esta "nova" sabedoria estratégica ao nosso "Clipsman", que já tem mais algum tempo disto e, mais importante, acesso ao Oráculo, que vai adiantando conselhos, instruções e outras valiosas peças de informação para o pré, durante e pós prova.

Quanto à prova em si, acho que a posso resumir numa só palavra: Maravilhosa.

É uma prova dura, sem dúvida, mas que se fez muito bem. A paisagem é desconcertante. A quantidade de verde, de ar puro, de casas lindíssimas, quase saídas de contos de fadas, o ambiente meio intimidatório meio fantástico da Serra, foram sem dúvida mais valias para uma prova destas!

A organização foi quase perfeita. Deixámos o carro em Sintra, pusemos os nossos sacos, marcados com etiqueta própria que nos forneceram, numas carrinhas disponibilizadas para o efeito, e à meta uma gigante tenda lá nos esperava para nos manter aquecidos daquela ventania do Cabo da Roca, com bebida e comida. Os sacos lá estavam à nossa espera.

Foi pena os sacos estarem um pouco ao monte, já que o que menos apetece depois de fazer 17 km é andar de rabo para o ar à procura das nossas coisas. Apesar de ser um bocado confuso, a verdade é que depois de perguntar à organização, percebi que os sacos estavam mais ou menos organizados por conjuntos de números e lá encontrei os meus. Mas não foi de todo por aí que se retira competência à organização. Apenas é uma ideia para repensar.

Contas feitas, e penso que posso falar pela equipa, estamos maravilhados com esta prova. Para o ano queremos mais! Estamos todos de parabéns.

For the record:
FFC - 1h31,08
JAA - 1h31,21
FRA - 1h40,47

19 janeiro 2010

A queda da salada


Tenho vindo a observar um fenómeno muito interessante sobre a salada e a sua "queda".

Fica muito mais bonita e viva no prato quando é servida com as mãos em vez de talheres próprios. E mais viva e bonita fica quando é temperada no prato, em vez de ser temperada logo na saladeira.

Não sei se este é um achado meu, novidade para todos, ou se foi apenas um achado subjectivo, decorrente da experiência própria, da minha evolução enquanto pseudo-amador de cozinha. Seja como for, é sempre gratificante chegar a estas conclusões, fazer estas pequenas descobertas absolutamente sozinho, sem ajuda, ou sem ter lido, ouvido ou visto nalgum lugar.

Talvez seja um costume já antigo, um M.O. que existiu vivo e presente no passado e que, em consequência da evolução da sociedade e das leis que a acompanham como uma sombra pegajosa, acabou por ser condenado e depois banido das boas e aconselháveis praticas da restauração, em cumprimento das tais leis e seus códigos, decretos, portarias, normas, regras e regulamentos sobre a matéria, em protecção do pobre, desprotegido e frágil consumidor final.

Seja como for, hoje prefiro servir a salada à mão.

12 janeiro 2010

Afinal é a vida que comanda o sonho

- O outro dia sonhei contigo. Foi uma mistura de sonho e pesadelo.
- Ah foi?
- Foi. Eu estava numa casa. Tu estavas lá também, na casa de banho, a arranjar-te. tavas linda, com um vestido brilhante, mas não era de lantejoulas. Pintavas os lábios e rias-te para mim com o lápis de baton na mão perto da boca, como se percebesses que eu estava num sonho, e soubesses que eu ainda me iria aperceber à medida que os segundos passassem.
- E depois?
- Depois, eu apercebia-me que era a tua casa e que de repente eu tinha lá ido parar, e estava lá tudo, a tua mãe também. Percebi que qualquer coisa não fazia sentido e que as conversas se cruzavam de forma estranha e desconexa. soube que a qualquer momento se apagariam as luzes. E começaria o pesadelo.
- Pois.

02 janeiro 2010

2010? Já? Não dei por isso...


Confesso que esta passagem de ano não foi das mais animadas. Não dei sequer pelo ano de 2010 a chegar. Estava já na caminha a dormir...

É verdade! E não, não estava tão bêbado que não consegui aguentar as doze badaladas. Estava simplesmente cansado e doente. Este Natal passei-o doente e não melhorei a tempo do fim de ano. Achei que já estava curado e pus-me a fazer vida normal quando afinal não estava nada. Por isso, eram 23h30 e já estava a dormir.

Pensando bem, até acho que foi muita maluco!! Digam lá quantos de vocês já passaram o fim de ano a dormir, em circunstancias de normalidade? Isto é, sem terem sido coagidos por algum factor externo ou "interno". Pura e simplesmente porque vos apeteceu, ou não vos apeteceu fazer nada ou porque a vossa vida não vos permitiu, ou por qualquer outra razão válida? Isto é que é ser, afinal, muita maluco! Dormir no final de ano..... granda destrambelhado pá!

De qualquer forma, estamos já na Odisseia de 2010! No filme as coisas pareciam muito mais à frente. Mas agora que lá chegámos, é tudo igual há 20 anos atrás, mas há telemóveis, Internet e Mp3. De resto, quase nada mudou. Este ano o Al Gore diz que anda mais preocupado com o aquecimento global. O Michael Jackson, o Pavarotti e o Paul Newman morreram, a Deutsche Gramophon fez 111 anos há dias, e umas coisas mais. Embora tristes (algumas), são as inevitabilidades da vida.

Mas assim de grandes coisas, grandes mudanças como se esperava ao ver - por exemplo -o 2010 Odisseia no Espaço, não me parece ter havido. Eu acho que já nos habituámos de tal forma à rapidez da evolução que já não damos por ela. Eu lembro-me de pensar, nos anos 80, que quando chegasse o ano 2000 teria 24 anos. E pensava que faltava muito tempo, que nessa altura seria já velho e que estaria já no Sec XXI!!

Agora esse ano longínquo de 2000 já lá vai há 10... e parece nada ter realmente mudado.

Basicamente o que quero dizer, não querendo transformar este começo de novo ano numa tragédia fúnebre, é para aproveitarem bem! Vivam com fúria e não deixem escapar mais este ano. Vamos todos a tempo!

FELIZ 2010!

27 dezembro 2009

Culinária e Gastronomia - descubro as diferenças


Wikipedia - Mais um Interseting Fact!

Nada como confirmar quando não se tem a certeza. Sobretudo quando se trata de palavras básicas que todos achamos que dominamos.

Usa-se culinária e gastronomia indistintamente ou, pelo menos, eu oiço-as de forma indistinta, sem se saber o verdadeiro sentido de cada uma. E eu quero saber qual é a diferença. E, depois, há a palavra "gourmet", de que eu pessoalmente cada vez gosto menos, também por ser cada vez mais usada por tudo e por nada.Talvez esta minha aversão seja motivada por ignorância... "Ai ele é um "gourmet", és tão "gourmet" "fui à loja gourmet e lá tem coisas tão boas". Como se o simples facto de colocar a palavra "gourmet" antes ou depois de uma frase ou produto melhorasse automaticamente o seu valor e qualidade, por uma espécie de magia. Dá-me vontade de gourmitar...

Fui ao meu amigo Wikipedia à procura do significado, e aqui está a sua opinião:

A GASTRONOMIA é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) - Cá está!! - pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições.

Por essas razões, a gastronomia tem um foro mais alargado que a culinária, que se ocupa mais especificamente das técnicas de confecção dos alimentos. Um provador de vinhos é um gastrônomo especializado naquelas bebidas (e, muitas vezes, é também um gastrônomo no sentido mais amplo do termo).

A CULINÁRIA é a arte de cozinhar, ou seja, confeccionar alimentos e foi evoluindo ao longo da história dos povos para tornar-se parte da cultura de cada um. Variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios. Por exemplo, a cataplana é um recipiente para cozinhar alimentos típico do Algarve, equivalente à tajine de Marrocos. A alheira de Mirandela é um dos alimentos mais exclusivos da cozinha portuguesa, enquanto que no Brasil, os pratos típicos incluem a feijoada brasileira e o churrasco.

A cozinha muitas vezes reflete outros aspectos da cultura, tais como a religião – a carne de vaca é tabu entre os hindus, enquanto que a de porco é proíbida entre os muçulmanos e judeus – ou determinadas posições políticas, como o vegetarianismo em que não são consumidos alimentos provenientes de animais ou oriundo de animais como leite e ovos para esse efeito.

O desenvolvimento industrial teve igualmente um grande impacto na forma como as pessoas se alimentam. Por exemplo, a maior incidência de pessoas trabalharem longe de casa ou terem mais horas de trabalho levou ao surgimento da comida rápida; por outro lado, a consciência da segurança alimentar e da qualidade dos alimentos levou à criação de regras, por vezes na forma de leis, sobre a forma como os alimentos devem ser vendidos.

Uma disciplina associada à culinária é a gastronomia que se ocupa, não do modo como os alimentos são preparados, mas principalmente no refinamento da sua apresentação. Outras disciplinas relacionadas são a nutrição e a dietética, que estudam os alimentos do ponto de vista da saúde ou da medicina.

Eu acho que sou mais culinário que gastrónomo. Mas admito que talvez haja alguma gastronomia na minha culinária... afinal pode ser que até seja um "gourmetzinho"...

24 dezembro 2009

FELIX NATALI



A todos um óptimo Natal!

Espero que o passem bem acompanhados. Nâo percam a paciencia nem ganhem cabelos brancos nesta loucura das compras e aproveitem o verdadeiro espirito natalício de paz, amizade, carinho, amor e muita....mas muita comida!!!

BOAS FESTAS!
DOC

22 dezembro 2009

Viva o Bomboto!!!



Parabéns ao Bomboto,
nesta data querida,
muitas felicidades,
Muitos anos de vida!

Hoje é dia de festa,
Cantam as nossas almas,
PARA O MENINO BOMBOTO....
Uma salva de palmas!!!!!

PARABÉNS FILHO!!!! O FONCAS também manda os parabéns!!

21 dezembro 2009

52º Grande (nem por isso) Prémio do Natal


Este testemunho do GP de Natal de 2009 vem com atraso, mas é um atraso propositado.

Devo dizer que, de "Grande", este prémio de Natal não teve nada... a não ser a "cagada" da organização, visível, de resto, na foto, e a descida do Saldanha para o Rossio.. Granda descida men! Até sentia o vento a passar nas orelhas... vvvvvvvvvvvvvvvum!

Sendo novato nestas coisas das corridas urbanas, antes de refilar, quis dar algum tempo depois da corrida para escrever o meu retrato da manhã fria, mas sobretudo, "enegrecida" do GP de Natal, para não deixar sair toda minha raiva, desilusão e fúria contra a organização do evento, contra os homens dos chips, ou contra quem quer que tenha sido o responsável pelo absurdo que se viveu no final da corrida.

Quis também dar espaço de antena aos entendidos para tomar um pouco o pulso às reacções e ânimos, e ainda confirmar se, de facto, tinha assistido ao espectáculo verdadeiramente anormal que julguei ter assistido.

Não sendo um habitué destas corridas e, muito menos, conhecedor das vicissitudes excitantes da recta da meta, para além do que vi ao longo da vida na TV ou nas 3 corridas em que entrei desde que me iniciei, o que assisti, na pele, este dia 13 de Dezembro (só faltou ser 6ª feira) foi um verdadeiro episódio cómico-trágico que, por momentos, e dada a fadiga, me pareceu ser uma espécie de "post traumatic stress disorder" que estava a viver devido cansaço dos 10 km percorridos. Tipo aqueles sonhos em que se tem a sensação de estar sempre quase a chegar a algum lugar, mas nunca se chega...

A uns metros daquele tão aguardado balão-cilindro laranja que compõe o portão da meta, e lançado que ia eu, e todos, concentrado no meu sprint final, vejo dezenas de mãos, de corredores e de "chip-mens" a barrar-me o caminho, quando eu mais não queria do que chegar antes de bater o minuto 40! Naquele momento, nem me passou pela cabeça que os corredores no meio da pista a 2 metros da meta estivessem conluiados num plano maquiavelico para me impedir o propósito, até porque não ia bater nenhum record, a não ser o meu... e daí até se calhar passou, dada esta minha tendência megalómana...mas não interessa.

De tal forma, que houve lá um que até fez beicinho quando temeu que eu fosse ficar à frente dele na fila indiana que estavam todos a organizar para cruzar a meta, achei eu, de mãos dadas.. mas não, não passei à frente dele e, feito parvo, parei e não passei meta em grande. Sei hoje que devia era ter ignorado e corrido mais dois metros e pronto. Mas enfim, nestas coisas a pessoa, que não está de mal com a vida, duvida e pára, não vá o aviso ser por causa de um buraco gigante sugador de corredores, de formação espontânea, logo a seguir ao tal balão laranja.

Felizmente, eu cheguei no momento "M" e apenas estive nessa psicadélica fila 50 segundos, tendo ficado com um tempo registado de 40 minutos e 50 segundos. Mas isso fui eu, sortudo, que tive o privilégio de chegar mal o problema tinha começado.

Não é que, por alguma avaria qualquer do sistema dos chips, segundo ouvi, aliado ao facto da banquinha da entrega de t-shirts (coisa importantíssima..) se encontrar ao fundo de um túnel gradeado com passagem apenas para meio corredor, segundo vi, se começou a formar uma verdadeira fila à entrada da meta!! Ainda hoje não sei bem qual foi afinal o problema... mas que foi grave, e sobretudo muito chato para nós, foi.

E não minto! Não só o evento está documentado, como assisti, na meia hora ou mais, seguinte, a centenas de corredores a ter que fazer aquela paragem brusca que eu tinha feito, mas cada vez mais longe da meta, e com a mesma cara de parvos que eu, a pensar que raio se estaria a passar...Imagino o que terá sido para os que tiveram que parar sem saber sequer o que se passava!

Resumindo, os tempos de todos aqueles desgraçados que chegaram pouco depois dos 40 minutos ficaram no esquecimento formal, no lixo das médias.... Quase uma hora de suor e sofrimento e, neste caso, frio, para não ter confirmação do tempo. Andámos todos a ter que fazer contas e a dizer: "epá, marcou 42, mas foi porque havia lá uma cena com os tempos à chegada, porque eu contei 41, a sério pá, foi os tempos.. os chip-mens...!". Não fica bem e faz-nos passar por mentirosos, e mais tarados (ainda).

Não é que, em conversa com o resto dos terráqueos, a questão do tempo faça diferença. O importante é participar e tal e coiso...

Mas para sermos francos e honestos, e aqui entre nós os tarados da corrida (grupo no qual já me incluo com orgulho) o tempo é o que conta pá nestas coisas pá!!! É isso que nos diferencia a nós, corredores, uns dos outros!!! Como raio vamos competir uns com os outros, posicionar-mo-nos no universo das corridas, melhorar a nossa performance e motivar-nos para a próxima batalha sem a merda do tempo!!??? ãh????

Tou chateado, muito chateado..não sei senão desisto de vez. Não...estou a brincar, mas foi muita chato. Muito chato mesmo. E, como dizem, a AAL fica muita mal nesta foto de inverno. Não vi sequer uma justificação, ou pedido de desculpa ou "olhem lá, desculpem mas não foi por mal, não se zanguem". Nada. Ainda pior. Só vi, no site das classificações: "classificação temporária" tal e tal... Temporária o cacete! Nunca vão é saber a definitiva.

Bom, agora desanuviado, de resto, a prova correu bem, grande descida para o Rossio e no geral prova de carácter descansado, o que permitiu cansar-me mais do que nas outras. Mas que teve, para mim, o belo sabor e recompensa de melhorar 5 minutos o meu record pessoal, passando de 45 minutos para 40!

E agora, S SILVESTRE 27/12!!
Um conselho à organização: Cuidado com os "chip-mens" no meio da pista de braços no ar, e com a oferta "grates" das t-shirts... ponham-nas bem lá para longe da meta sff!!! deixem a malta terminar o sofrimento com alguma alegria...

Até la!
Doc

15 dezembro 2009

Atrasado, mas não esquecido

Não, não me esqueci de ninguém!

Simplesmente, entre corridas, trabalho e alguma preguiça, estes últimos dias não me tem sido possível passar o tempo que queria a partilhar as minhas aventuras na "divisão do fogão"!

Mas, como sou humano (sim sou, confesso) e tenho que comer (sim tenho, confesso), como toda a gente, as receitas têm surgido e as experiências também. Só não tenho é conseguido passar para o "papel" os resultados...

Mas devo dizer que tenho já em stock algumas coisas muito boas. Entre elas um maravilhoso chili com carne, cuja receita vou ter que reconstituir porque já fiz há alguns dias, beringelas no forno com bacon e outras iguarias, camembert com doce de framboesa em pão torrado no forno, folhados de legumes com salada de alfaces, mel e pinhões, bolo de maçã e outras tantas que tenho vindo a fazer e que prometo passar aqui durante os próximos dias!

O problema de deixar este tipo de tarefa para depois é que, como amador que sou, às vezes vou inventando pelo caminho e depois por vezes é difícil reconstituir o que faço!! Por isso vou tentando escrever logo as minhas receitas para não me acontecer exactamente isto.

Mas nada está perdido. Puxar pela cabeça de vez em quando também faz bem e, por vocês, eu faço tudo, até pensar!!

Além disso tenho que relatar a minha ultima corrida, o Grande Prémio de Natal, em que participei este fim de semana (dia 13) e em que bati o meu recorde pessoal por muito!! Mais dez km de sofrimento recompensado!

Por isso, stay tuned folks!